Testosterona depois dos 50 anos

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Testosterona depois dos 50 anos

A reposição de testosterona depois dos 50 anos pode ser de extrema importância para a qualidade de vida, tanto do homem, quanto da mulher.

Se você ainda não sabe, a testosterona é considerada o principal hormônio masculino, embora esteja presente também no organismo da mulher.

Responsável por possibilitar o aumento da massa muscular e o crescimento dos pelos nos homens e nas mulheres, a testosterona também é o hormônio caracterizado por estimular a produção de espermatozoides no sexo masculino.

A partir dos 50 anos, o organismo começa a experimentar a queda de diversos componentes e com a testosterona não é diferente.

Testosterona depois do 50 anos: entenda como funciona

Para entender melhor sobre o tema, conversamos com a ginecologista Carolina Adorno, que esclarece a importância desse hormônio para o organismo, assim como os benefícios de sua reposição durante essa fase da vida.

Aurélia Guilherme – Qual necessidade de reposição de testosterona depois dos 50 anos ?

Carolina Adorno – A chegada dos 50 anos está marcada para homens e mulheres com a diminuição da produção hormonal fisiológica.

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Carolina Adorno (CRM-DF 18228;
RQE 14008) é ginecologista, parceira do MIF e revisora do Treino IS.

Sabemos que a menopausa nada mais é que a falência ovariana.

Os ovários, por sua vez, são responsáveis por 25% da produção de testosterona.

Por isso, a reposição de testosterona, assim como a reposição dos demais hormônios, possibilita o equilíbrio hormonal prévio do organismo, além de ajudar o reestabelecimento da libido sexual.

Ou seja, isso significa que a testosterona vai muito além das funções sexuais e reprodutivas.

No entanto, muitos estudos já mostram que a queda de testosterona está relacionada à mudança da composição corporal, com predomínio da gordura abdominal, assim como mudanças de humor e aumento da incidência de fraturas (osteoporose), dentre outras.

Aurélia Guilherme – Aos 60/70 anos, os hormônios podem voltar o relógio biológico ?

Carolina Adorno – O envelhecimento é um processo fisiológico e imutável. No entanto, a natureza é completamente sábia, pois a falência hormonal associa-se à queda da fertilidade.

Isso significa que o nosso corpo não está mais apto ao estresse hormonal que é gerar outro ser humano. Entretanto, isso não quer dizer que podemos envelhecer melhor sem que a queda hormonal seja abrupta.

Por isso, a reposição de doses hormonais fisiológicas e individualizadas, a partir das necessidades de cada indivíduo, podem amenizar as sequelas do tempo.

Dessa forma, podemos concluir que a reposição não retorna o relógio biológico nas mesmas funções de 20 ou 30 anos atras, mas proporciona ao organismo um melhor funcionamento, já que mesmo que em ritmo mais lento, é ainda melhor do que deixá-lo desligado.

Aurélia Guilherme – O tratamento se diferencia em homens e mulheres?

Carolina Adorno – Sim, o tratamento é diferente não apenas pelo gênero que requerem doses diferentes, mas também pela individualidade bioquímica de cada organismo.

Assim sendo, cada um traz as suas deficiências e necessidades e o que serve para um, não necessariamente se aplica ao outro.

Mas no que se refere à testosterona, as doses de reposição são completamente distintas.

Aurélia Guilherme – É possível repor a testosterona sem risco de câncer?

Carolina Adorno – Sim, embora seja fundamental o acompanhamento individualizado de cada situação.

Ou seja, cada caso depende de uma anamense, da avaliação de riscos e benefícios, assim como da janela de oportunidade (representada pelos primeiros 10 anos após a chegada da menopausa) de cada um.

Dessa forma, as doses fisiológicas bem indicadas não estão associadas a maior incidência de câncer.

Além disso, vale lembrar que é necessário priorizar o uso de hormônios isomoleculares, que são os hormônios com a mesma estrutura molecular que produzimos fisiologicamente.

Testosterona depois dos 50: faça acompanhamento médico

É fundamental ressaltar que esse é um momento delicado e muito importante na vida de cada um e, por isso, o ideal é manter um acompanhamento especializado para cada organismo.

Por isso, cada caso é um caso e é fundamental que você passe pela consulta médica antes de tomar essa decisão.

Mas fique atento, assim que você chegar na menopausa, aumente as frequências à ginecologista e questione a profissional se a reposição de hormônios é indicada para você.

Para compreender ainda mais sobre os benefícios da reposição hormonal, assim como para desmistificar os equívocos sobre o tema, leia o Ebook “Implantes hormonais: aos 50, com disposição de 30”.

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